Programação de CLP, sistemas SCADA e integração de sensores para manufatura e operações prediais. E o caminho do sinal até a decisão — não só até o painel.
A NR-12 exige apreciação de riscos e sistemas de segurança adequados ao risco de cada máquina. Boa parte das adequações para no enclausuramento e na botoeira de emergência — e deixa de fora a parte que depende de controle: intertravamento, categoria do circuito de segurança e verificação de que a proteção realmente atua.
É nessa parte que entramos. Apreciação, projeto do circuito de segurança, programação e comissionamento com teste de atuação documentado.
Lógica de controle, intertravamentos e sequenciamento. Programa documentado e entregue — o código é seu, não fica refém de quem escreveu.
Telas de operação, alarmes e histórico. Supervisório que o operador entende, não painel cheio de número.
Temperatura, pressão, vazão, vibração e consumo. Especificação, instalação e o protocolo de comunicação até o controlador.
Apreciação de riscos, circuito de segurança, intertravamento e teste de atuação documentado.
Iluminação, acesso, bombeamento e climatização sob comando central, com programação horária e resposta a evento.
Automação é, por definição, engenharia que vira dado. O sensor mede, o controlador decide, o supervisório mostra. O que quase sempre falta é o passo seguinte: o dado virar ordem de serviço, histórico de ativo e decisão de manutenção.
Fazemos esse caminho porque escrevemos as duas pontas — o controle em campo e a plataforma que recebe. Horas de operação viram plano de manutenção por uso em vez de por calendário; desvio de vibração vira inspeção antes de virar parada.
Para plantas que justifiquem, desenvolvemos o monitoramento preditivo sob encomenda com o MyBMS. É projeto de engenharia, dimensionado caso a caso — não licença de prateleira.
Comece pela pergunta que a operação não consegue responder — quantas horas aquele equipamento rodou, por que a linha parou ontem, qual bomba consome mais. A resposta define o projeto.
Solicitar Orçamento