Projetos elétricos, hidráulicos, de climatização e de proteção contra incêndio para edifícios corporativos — compatibilizados entre si antes de virar problema no canteiro.
Projeto elétrico, hidráulico, de climatização e de incêndio costumam ser contratados separadamente, de fornecedores diferentes, e só se encontram na obra — quando o eletrocalha passa exatamente onde o duto deveria estar.
Compatibilizar não é conferir desenho: é resolver a interferência no papel, onde custa hora de projeto, em vez de resolver no canteiro, onde custa hora de obra, material e prazo.
Levantamento das necessidades, definição de conceito e estimativa de carga, vazão e capacidade.
Plantas, diagramas, memoriais de cálculo e especificação de materiais.
Sobreposição das disciplinas, identificação de interferências e resolução antes da execução.
Esclarecimento técnico, verificação do executado contra o projetado e registro das alterações.
O desenho do que ficou, não do que foi planejado. É este documento que a manutenção vai usar pelos próximos vinte anos.
Quem só projeta entrega o desenho e vai embora. Quem também mantém descobre, três anos depois, que o registro ficou atrás do forro e a troca de filtro exige desmontar a grelha.
Projetamos prédios que também operamos. Isso muda decisões pequenas e caras: acesso a registro e válvula, espaço para manutenção de equipamento, posição de quadro, ponto de medição. São escolhas que não aparecem no orçamento da obra e aparecem em todo contrato de manutenção depois dela.
E o as-built não termina em PDF arquivado: entra no controle de ativos, onde cada intervenção posterior atualiza o histórico.
Projeto novo, reforma, ampliação ou aquela interferência que ninguém resolve. O primeiro passo é entender o que já existe.
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