Telhados, caixas d'água, estruturas metálicas, fachadas e torres inspecionados por drone — sem andaime, sem içamento e sem parar a operação.

Subir em telhado, caixa d'água ou estrutura metálica é trabalho em altura: exige treinamento NR-35, permissão de trabalho, sistema de ancoragem, supervisão e resgate previsto. Custa tempo, custa dinheiro e mantém um risco que não desaparece com procedimento.
A inspeção aérea elimina a exposição na maior parte dos casos. O técnico fica no chão, a estrutura é registrada em imagem de alta resolução, e a subida — quando ainda for necessária — acontece com o problema já localizado, em vez de para procurá-lo.
Sem exposição a trabalho em altura na etapa de levantamento
Sem andaime, plataforma ou içamento para inspecionar
Sem parada de operação — o voo acontece com a planta rodando
Telha trincada, rufo deslocado, calha obstruída, ponto de infiltração e fixação comprometida.
Estado externo, tampa, extravasor, estrutura de apoio e sinais de vazamento.
Corrosão, solda, parafusaria, pintura e deformação em galpões, passarelas e suportes.
Revestimento solto, trinca, esquadria e infiltração em altura.
Estrutura, fixação e estado dos elementos, sem necessidade de escalada.
Varredura de módulos para identificar falha, sujidade e desalinhamento em grandes áreas.
A diferença entre filmagem aérea e inspeção técnica não está no drone — está em quem olha o material depois. Imagem bonita de telhado não diz se a fixação está comprometida.
Operamos dentro da regulamentação: aeronave cadastrada no SISANT, autorização de espaço aéreo junto ao DECEA e piloto habilitado conforme as exigências da ANAC. E a leitura do que foi registrado é feita por quem entende da estrutura inspecionada.
A entrega é um relatório com as ocorrências localizadas, classificadas por gravidade — não um arquivo de vídeo.
Telhado que só se olha quando vaza, caixa d'água que ninguém abre, estrutura que a última vistoria foi "faz uns anos". Comece por ela.
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